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Catarina Dominici nasceu em Borgo Salsasio, Carmagnola-Turim, a 10 de outubro de 1829. No dia seguinte foi batizada. Em 1834 a família transferiu-se para Borgo San Bernardo. Aí Catarina recebeu a Primeira Comunhão a 26 de março de 1839 e a crisma a 11 de Junho de 1840. Aos quinze anos começou a ensinar o catecismo às crianças da paróquia. A 19 de novembro de 1850 entra no Instituto das Irmãs de Santa Ana, de Turim, sendo recebida pela Fundadora, a Marquesa Júlia Falletti de Barolo. A 27 de Julho de 1851 veste o hábito religioso e toma o nome de Irmã Maria Henriqueta. Dois anos depois faz a Primeira Profissão. A 4 de outubro de 1854 é transferida para a Casa de Castelfidardo, onde, com seus dotes de sabedoria, prudência e caridade, cria um clima de paz e caridade fraterna. Em 1855 assiste as vítimas da epidemia da cólera que abrasava a cidade. O ardente amor para com Deus leva-a a servi-lo nos irmãos e nas irmãs, sem poupar fadigas, nem sacrifícios. Foi esse amor que, a 2 de Fevereiro de 1858, moveu-a a fazer o voto de consagrar-se às missões.

A 23 de junho de 1858 é chamada novamente a Turim como Mestra das Noviças. Todos a amam e admiram. Todos a consultam. Nenhuma surpresa, pois, quando a 1º de julho de 1861 a Congregação dos Bispos e Regulares aprovou a eleição de Irmã Henriqueta para Superiora Geral do Instituto, cargo em que a confiança das irmãs a manterá até o fim da vida.

Em 1871 fundou a primeira casa do Instituto em Secunderabad, Índia, visitando-o em 1879. No cumprimento dos deveres inerentes às suas responsabilidades procurou sempre expandir a missão do Instituto para o serviço da Igreja, o crescimento religioso do mesmo para a santificação dos seus membros. A sua vida foi considerada exemplar tanto pelas Irmãs, como por quantos a conheceram também fora do Instituto.
Em 1894 Deus chamou-a para junto de si. Estava preparada para este encontro com o Senhor. Fundara 30 casas religiosas, levara a Deus inúmeras almas, dera um novo impulso de santidade e apostolado ao Instituto.
Sua causa de Beatificação foi introduzida por Pio XII a 4 de abril de 1943. Paulo VI, a 1º de fevereiro de 1975, proclamou as heroicidade das suas virtudes.
A fama de milagres juntou-se o reconhecimento de uma cura prodigiosamente alcançada pelo menino Bruno Colia da noite de 12 para 13 de dezembro de 1947.
Finalmente a 7 de maio de 1978 o Santo Padre Paulo VI proclamou-a Bem Aventurada, sendo um modelo de santidade para os nossos dias, uma santidade feita com heroísmo de cada dia.

“Minha vida não é para mim. Sim, depois de Deus, é toda para as minhas queridas Irmãs”

 

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